O Amor pertence aos ingénuos
O amor pertence aos ingénuos. E o quanto eu quero ser ingénuo...
Há algo no amor que só a ingenuidade nos faz querer seguir em frente.
O amor não deve ser racional.
Deixa-nos indefesos.
Racionalmente, ficarmos expostos e vulneráveis a algo tão abstrato como o amor não faz sentido.
No entanto, se nos deixarmos ser ingénuos, se nos permitirmos ter a loucura de esquecer o quão frágeis somos quando temos amor, abrimos uma porta para uma paisagem tão maravilhosamente inexplicável. Uma viagem por um desfiladeiro do fantástico que é sentir o que o racional não explica. Ficamos expostos a alguém que nos pode destruir, mas ao mesmo tempo nos acalma.
O amor não foi feito para ser explicado, mas para ser vivido, sentido, incompreendido, na confiança de que nos fará bem... e de que o dia em que nos vai magoar nunca chegará.
O amor é para ser ingénuo. Só assim viverás o amor.
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